
A lenda diz que o arcebispo de Mira, Nicolau Taumaturgo, inspirou a figura do Papai Noel (ou Pai Natal, em Portugal). No século IV, Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino ocorreu na Alemanha, e logo depois se popularizou por todo o mundo.
Curiosamente, a lenda não surgiu em nenhum país nórdico. O Papai Noel é, originalmente, turco ou grego, já que São Nicolau, que originou o mito, residia na Ásia Menor, e era conhecido por sua extrema bondade e pelo carinho que dedicava às crianças. Como forma de homenageá-lo, criou-se o hábito de distribuir presentes à criançada durante dezembro, o mês de seu aniversário.
A lenda de São Nicolau espalhou-se por toda a Europa. Diversas igrejas foram construídas em sua homenagem. No entanto, a Reforma Protestante fez com que o culto perdesse sua força no continente, exceto pela Holanda, onde permaneceu com o nome de Sinterklass, ou o homem que gostava de crianças. No século XVII, a lenda chegou à Nova Amsterdã (atual New York) com os holandeses, e então São Nicolau foi rebatizado como Santa Claus.
Quem também contribuiu para a lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que escreveu o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé. Alguns estudiosos afirmam que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano. No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
No norte da Europa, de acordo com a tradição, o Papai Noel não vive propriamente no Pólo Norte, e sim na região da Lapônia (Finlândia), na cidade de Rovaniemi, onde de fato existe o "escritório do Papai Noel", assim como o parque conhecido como "Santa Park", que se tornou uma atração turística local. Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel.
Até o final do século XIX, Papai Noel era representado com roupas de inverno, porém na cor marrom. Algumas culturas afirmam que o “bom velhinho” utilizava roupas verdes e/ou azuis, outras ainda mencionam que as roupas eram amarelas. Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista norte-americana Harper's Weekly, na edição especial de Natal de 1886. Porém, em determinados lugares na Europa, ele também é representado com os ornamentos eclesiásticos de bispo, levando uma mitra episcopal no lugar vez do gorro vermelho.
Em 1931, com o intuito de conquistar o público jovem, a Coca-cola realizou uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel com as cores vermelha e branca (como as de seu rótulo) e acrescentou-lhe um barrete vermelho adornado por um pompom branco. A campanha fez tanto sucesso que a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. O artista responsável por este visual moderno foi Haddon Sundblom, que se inspirou em seu amigo Lou Prentice. Quando Lou Pretice morreu, Sundblon ficou sem um modelo para a campanha, o que fez o sueco Haddon se inspirar em sua própria fisionomia para criar o bom velhinho, tão aguardado a cada Natal. A série de pinturas a óleo criada por ele foi utilizada nos comerciais natalinos da Coca–Cola até 1966, dez anos antes de sua morte. Atualmente, a Coca relançou as pinturas de Sundblon em seus rótulos e latinhas.
Curiosamente, a lenda não surgiu em nenhum país nórdico. O Papai Noel é, originalmente, turco ou grego, já que São Nicolau, que originou o mito, residia na Ásia Menor, e era conhecido por sua extrema bondade e pelo carinho que dedicava às crianças. Como forma de homenageá-lo, criou-se o hábito de distribuir presentes à criançada durante dezembro, o mês de seu aniversário.
A lenda de São Nicolau espalhou-se por toda a Europa. Diversas igrejas foram construídas em sua homenagem. No entanto, a Reforma Protestante fez com que o culto perdesse sua força no continente, exceto pela Holanda, onde permaneceu com o nome de Sinterklass, ou o homem que gostava de crianças. No século XVII, a lenda chegou à Nova Amsterdã (atual New York) com os holandeses, e então São Nicolau foi rebatizado como Santa Claus.
Quem também contribuiu para a lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que escreveu o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé. Alguns estudiosos afirmam que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano. No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
No norte da Europa, de acordo com a tradição, o Papai Noel não vive propriamente no Pólo Norte, e sim na região da Lapônia (Finlândia), na cidade de Rovaniemi, onde de fato existe o "escritório do Papai Noel", assim como o parque conhecido como "Santa Park", que se tornou uma atração turística local. Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel.
Até o final do século XIX, Papai Noel era representado com roupas de inverno, porém na cor marrom. Algumas culturas afirmam que o “bom velhinho” utilizava roupas verdes e/ou azuis, outras ainda mencionam que as roupas eram amarelas. Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista norte-americana Harper's Weekly, na edição especial de Natal de 1886. Porém, em determinados lugares na Europa, ele também é representado com os ornamentos eclesiásticos de bispo, levando uma mitra episcopal no lugar vez do gorro vermelho.
Em 1931, com o intuito de conquistar o público jovem, a Coca-cola realizou uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel com as cores vermelha e branca (como as de seu rótulo) e acrescentou-lhe um barrete vermelho adornado por um pompom branco. A campanha fez tanto sucesso que a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. O artista responsável por este visual moderno foi Haddon Sundblom, que se inspirou em seu amigo Lou Prentice. Quando Lou Pretice morreu, Sundblon ficou sem um modelo para a campanha, o que fez o sueco Haddon se inspirar em sua própria fisionomia para criar o bom velhinho, tão aguardado a cada Natal. A série de pinturas a óleo criada por ele foi utilizada nos comerciais natalinos da Coca–Cola até 1966, dez anos antes de sua morte. Atualmente, a Coca relançou as pinturas de Sundblon em seus rótulos e latinhas.
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