quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A história do Papai Noel


A lenda diz que o arcebispo de Mira, Nicolau Taumaturgo, inspirou a figura do Papai Noel (ou Pai Natal, em Portugal). No século IV, Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino ocorreu na Alemanha, e logo depois se popularizou por todo o mundo.
Curiosamente, a lenda não surgiu em nenhum país nórdico. O Papai Noel é, originalmente, turco ou grego, já que São Nicolau, que originou o mito, residia na Ásia Menor, e era conhecido por sua extrema bondade e pelo carinho que dedicava às crianças. Como forma de homenageá-lo, criou-se o hábito de distribuir presentes à criançada durante dezembro, o mês de seu aniversário.
A lenda de São Nicolau espalhou-se por toda a Europa. Diversas igrejas foram construídas em sua homenagem. No entanto, a Reforma Protestante fez com que o culto perdesse sua força no continente, exceto pela Holanda, onde permaneceu com o nome de Sinterklass, ou o homem que gostava de crianças. No século XVII, a lenda chegou à Nova Amsterdã (atual New York) com os holandeses, e então São Nicolau foi rebatizado como Santa Claus.
Quem também contribuiu para a lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que escreveu o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé. Alguns estudiosos afirmam que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano. No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
No norte da Europa, de acordo com a tradição, o Papai Noel não vive propriamente no Pólo Norte, e sim na região da Lapônia (Finlândia), na cidade de Rovaniemi, onde de fato existe o "escritório do Papai Noel", assim como o parque conhecido como "Santa Park", que se tornou uma atração turística local. Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel.
Até o final do século XIX, Papai Noel era representado com roupas de inverno, porém na cor marrom. Algumas culturas afirmam que o “bom velhinho” utilizava roupas verdes e/ou azuis, outras ainda mencionam que as roupas eram amarelas. Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista norte-americana Harper's Weekly, na edição especial de Natal de 1886. Porém, em determinados lugares na Europa, ele também é representado com os ornamentos eclesiásticos de bispo, levando uma mitra episcopal no lugar vez do gorro vermelho.
Em 1931, com o intuito de conquistar o público jovem, a Coca-cola realizou uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel com as cores vermelha e branca (como as de seu rótulo) e acrescentou-lhe um barrete vermelho adornado por um pompom branco. A campanha fez tanto sucesso que a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. O artista responsável por este visual moderno foi Haddon Sundblom, que se inspirou em seu amigo Lou Prentice. Quando Lou Pretice morreu, Sundblon ficou sem um modelo para a campanha, o que fez o sueco Haddon se inspirar em sua própria fisionomia para criar o bom velhinho, tão aguardado a cada Natal. A série de pinturas a óleo criada por ele foi utilizada nos comerciais natalinos da Coca–Cola até 1966, dez anos antes de sua morte. Atualmente, a Coca relançou as pinturas de Sundblon em seus rótulos e latinhas.

Papai Noel Verde traz o dia feliz

A Associação Beneficente Educação, Arte e Cidadania – ABEAC realizará no mês de dezembro um evento destinado às crianças e adolescentes de 04 a 17 anos, assim como seus pais e convidados. O evento “Papai Noel Verde traz o dia feliz” contará com apresentações culturais realizadas pelas próprias crianças do projeto, tais como dança, capoeira, maculelê, coral, entre outros.
O intuito é ressaltar a importância de Valores Humanos, não perdendo de vista promover a integração social da comunidade, além de valorizar a senso crítico e autonomia do ser, através dos trabalhos lúdicos realizados nas oficinas e apresentações culturais.
Símbolo de esperança e prosperidade, o Papai Noel Verde realizará a entrega de presentes simbólicos às crianças e jovens participantes do projeto. Além disso, a instituição realizará oficinas de pintura e higiene bucal, feira de artesanato e partidas de futebol com a presença de organizações convidadas.
Também serão realizados de workshops abordando os seguintes temas relevantes à sociedade: Drogas; Planejamento familiar; Doenças sexualmente transmissíveis e suas prevenções; Violências e suas lateralidades; Higiene, saúde e questão do corpo; Gravidez na adolescência; Turismo sexual; Abuso sexual e prostituição infantil; Auto-estima; Valores e ética; Diferenças e preconceitos; Problema de gênero; Comunidade Social e subjetividade; A organização familiar; Infância, adolescência e juventude; Educação emergência Social; Direitos Humanos; O idoso na Sociedade e Meio Ambiente.

Quem quiser contribuir com doações e ser voluntário nesse evento pode entrar em contato com a ABEAC que fica na rua da Penha, nº 167 – Ribeira, Salvador - Bahia.
Telefones: 3208-2348 / 3498-4687/ 9928-3098 / 8119-5683.
E-mail: abeac@bol.com.br / abeac@campi.org.br

por Renata Mendes

Parceiros

º Mesa Brasil (SESC)
º Comitê da cidadania (Funcionários do Banco do Brasil)
º SEFAZ (Sua nota é um Show de Solidariedade)
º Correios
º Clube dos 30
º Padrinhos e Madrinhas

Nossos projetos

Projeto Vida:
O projeto funciona há cinco anos, atendendo mais de 120 crianças e adolescentes entre 5 e 16 anos, prestando reforço escolar na Educação Infantil até o ensino Fundamental 2 ciclo, oferecendo várias atividades esportivas e culturais.
Os beneficiados por estes projetos normalmente são alunos de escola pública que em turno oposto freqüentam esta entidade, e motivados pelas atividades oferecidas e pelas refeições, estes jovens distanciam-se da ociosidade e com isto afastam-se também da marginalidade, das drogas e da violência que os rodeiam.

Projeto Aprender para lucrar:
O projeto funciona há três anos e atende em média 250 pessoas que aprendem atividades manuais com materiais reciclados ou de baixo custo. A finalidade deste projeto é oferecer a comunidade mais carente um meio de sobrevivência.

Como nasceu a ABEAC

O início da ABEAC no ano de 2000, deu-se através da iniciativa da pedagoga Fernanda Nunes, fundadora e coordenadora da Associação. A princípio as reuniões com as crianças eram feitas de segunda à sexta-feira na garagem de sua casa que logo ficou pequena, passando para a garagem de uma vizinha e depois para a antiga escola de futebol do Avante no fim de linha da Ribeira. O objetivo de Fernanda era e é o de tirar as crianças do ócio realizando atividades educacionais como aulas de reforço para as matérias da escola, dança, teatro, capoeira, entre outros.
Com esse trabalho a ABEAC consegue educar e afastar as crianças e adolescentes do bairro da Ribeira e regiões vizinhas das drogas, prostituição, da evasão escolar e violência.
A associação conta com voluntários que colaboram com toda sorte de atividades: Pintura e reforma do prédio, aulas de esportes, aulas de reforço escolar, doações de roupas, brinquedos, materiais de higiene, alimentos e materiais escolares.

Quem somos nós

A Associação Beneficente Educação Arte e Cidadania (ABEAC) é uma instituição beneficente não governamental localizada na Ribeira, que tem como objetivo principal ajudar crianças e adolescentes carentes e sem teto a garantir uma sociedade aberta à inclusão social e um mundo de paz.
A associação tem como foco o combate à prostituição de crianças e adolescentes, exploração do trabalho infantil, drogas, evasão escolar, fortalecendo a consciência do cidadão através da integração.
Dentro da instituição são oferecidas oficinas, aulas de dança, teatro, reforço escolar, capoeira, musica, palestra, atendimento psico-socio-pedagógico, artesanato, laboratório de informática, introdução do jovem ao mercado de trabalho entre outros.
A ABEAC atende indiretamente cerca de 5180 pessoas, entre crianças, adolescentes e familiares do Bomfim, Calçada e Ilha de Itaparica.